quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Inteligência artificial

Saiba por que as tecnologias de reconhecimento facial são tão contestadas
 
 
 
 
Polícias e forças de segurança em todo o mundo estão testando sistemas automatizados de reconhecimento facial como uma forma de identificar criminosos, foragidos e terroristas. Mas quão acurada é essa tecnologia e com que facilidade ela pode ser usada, ao lado da inteligência artificial – responsável por seu acionamento – como um meio de oprimir cidadãos? Imagine a seguinte situação: um suspeito de terrorismo parte para uma missão suicida no centro densamente povoado de uma cidade. Se ele disparar uma bomba, centenas de pessoas podem morrer ou ficar gravemente feridas. Câmeras de segurança que fazem a varredura dos rostos na multidão identificam o homem e comparam seus traços com fotos de um banco de dados de terroristas conhecidos ou "pessoas de interesse" para os serviços de segurança. O sistema dispara um alarme e forças antiterroristas de rápida ação são enviadas ao local, onde matam o suspeito antes que ele possa acionar os explosivos. Centenas de vidas são poupadas. A tecnologia salva o dia. Mas e se a tecnologia de reconhecimento facial estivesse errada? E se não fosse um terrorista, mas apenas alguém azarado o bastante para parecer com um? Um inocente teria sido sumariamente eliminado porque confiou-se demais em um sistema falível. E se essa pessoa inocente fosse você? Este é apenas um dos dilemas éticos colocados por essa tecnologia e pela inteligência artificial que a sustenta. Treinar máquinas para "ver" – reconhecer e diferenciar objetos e faces – é notoriamente difícil. A visão computacional, como ela é chamada, estava tendo dificuldades até pouco tempo atrás para diferenciar um bolinho de um chihuahua – um teste decisivo para essa ferramenta. Limitações técnicas e bases de dados enviesadas, cientista da computação e co-líder técnico da Equipe de Inteligência Artificial Ética do Google, afirma que o reconhecimento facial tem mais dificuldade de diferenciar homens e mulheres quanto mais escuro for o tom de pele. É muito mais provável que uma mulher de pele escura seja confundida com um homem do que outra de pele mais clara. Mas há problemas também na escolha das informações usadas para treinar esses algoritmos. "Os conjuntos de dados originais são em sua maioria brancos e masculinos, muito enviesados contra os tipos de pele mais escuros – há enormes taxas de erro por tom de pele e gênero." Segundo ela, "cerca de 130 milhões de adultos dos EUA já estão em bancos de dados de reconhecimento de rostos". O país tem 327 milhões de habitantes. Em razão desses problemas, a cidade californiana de São Francisco baniu recentemente o uso da tecnologia por agências de transporte e forças policiais. A medida sinaliza uma admissão de imperfeições e ameaças às liberdades civis. Mas outras cidades americanas e países ao redor do mundo estão cada vez mais testando a ferramenta. Um exemplo são as forças policiais em South Wales, Londres. Manchester e Leicester também têm testado a tecnologia sob críticas de organizações de liberdades civis, como Liberty e Big Brother Watch, ambas preocupadas com o número de falsos positivos gerados pelos sistemas. Ou seja, pessoas inocentes são erroneamente identificadas como possíveis criminosos. "Um viés tendencioso é algo que deveria preocupar a todos nós", disse Gebru. "O policiamento de previsão é um cenário de apostas altas." Reforço de preconceito racial Como os negros representam 13% da população americana, mas 37,5% da massa carcerária do país, algoritmos mal escritos alimentados por dados enviesados podem prever que negros são mais propensos a cometer crimes. Não é preciso ser um gênio para descobrir que implicações isso pode ter para o policiamento e as políticas sociais. Nesta semana, acadêmicos da Universidade de Essex, na Inglaterra, concluíram que cruzamentos de dados usados em experimentos da polícia metropolitana de Londres estavam errados em 80% das vezes, podendo levar a sérios desvios da Justiça e a violações dos direitos dos cidadãos à privacidade. Um britânico, começou uma batalha legal contra o uso do reconhecimento facial pela Polícia de South Wales depois que sua foto foi tirada enquanto ele fazia compras, e a comissária de informação do Reino Unido, expressou preocupação com a falta de estrutura jurídica para a utilização de tal recurso. Mas tais preocupações não impediram a Amazon de vender sua ferramenta Rekognition FR para forças policiais nos EUA, apesar da revolta – infrutíera – de parte dos acionistas. A Amazon diz que não tem responsabilidade sobre como os clientes usam o instrumento. Mas basta comparar essa atitude com a da Salesforce, uma empresa de tecnologia que desenvolveu sua própria ferramenta de reconhecimento chamada Einstein Vision, para perceber que é necessário um envolvimento maior das empresas. "A tecnologia de reconhecimento facial pode ser adotada em uma prisão para rastrear prisioneiros ou evitar a violência entre gangues", disse gerente de prática ética de Inteligência Artificial da Salesforce, à BBC. "Mas quando a polícia quis usá-la ao prender pessoas, consideramos isso inadequado." "Precisamos nos perguntar se devemos usar a Inteligência Artificial em alguns cenários." Ainda mais porque o reconhecimento facial também está sendo usado pelos militares, com os fornecedores da tecnologia alegando que seus softwares podem não apenas identificar inimigos em potencial, como também discernir comportamentos suspeitos. Yves Daccord, diretor-geral do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, está preocupado com esses fatos. "A guerra é de alta tecnologia nos dias de hoje – temos drones autônomos, armas autônomas, tomando decisões entre combatentes e não combatentes. Suas decisões estarão corretas? Eles poderiam ter um impacto de destruição em massa", alerta. De todo modo, parece haver um crescente consenso global de que a tecnologia de reconhecimento está longe de ser perfeita e precisa ser regulada. "Não é uma boa ideia deixar a Inteligência Artificial nas mãos do setor privado, porque ela pode ter uma grande influência", conclui o Chaesub Lee, diretor do escritório de padronização de telecomunicações da União Internacional de Telecomunicações. "O uso de dados de boa qualidade é essencial, mas quem garante que esses são bons dados? Quem garante que os algoritmos não são tendenciosos? Precisamos de uma abordagem multidisciplinar das várias partes interessadas." Até lá, o reconhecimento facial permanece sob suspeita.

Fonte: https://www.guiadocftv.com.br/2019/07/inteligencia-artificial-por-que-as-tecnologias-de-reconhecimento-facial-sao-tao-contestadas/

quarta-feira, 7 de março de 2018

Tecvoz lança câmera IP Wi-Fi com tecnologia Plug and Play; assista ao vídeo.

A Tecvoz anuncia o lançamento de novo modelo de câmera IP Wi-Fi.
 
 

O modelo TZO-CI101 conta com áudio bidirecional, tecnologia Plug and Play (do inglês "ligar e usar"), que permite que o smartphone reconheça e configure o dispositivo automaticamente, eliminando a necessidade da instalação manual.
O modelo já vem preparado para a plataforma Tecvoz Nuvem, em que as imagens são armazenadas na nuvem, garantindo a segurança das capturas e a possibilidade de transmissão em tempo real com qualidade HD.
Confira o vídeo de gerente de Negócios da Tecvoz, explicando mais sobre a TZO-CI101.



Fonte: http://www.guiadocftv.com.br/modules/news/article.php?storyid=59695


 
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Alarm Lock anuncia integração da tecnologia de bloqueio sem fio com a Software House.

O Alarm Lock Systems, uma divisão da Napco Security Technologies, anuncia a integração
de suas soluções de bloqueio de acesso eletrônico sem fio.
 
 

Trilogy Networx e ArchiTech com a popular plataforma de gerenciamento de eventos e segurança Software House C • CURE 9000, da Tyco Security Products. Com esta integração, os clientes podem monitorar e controlar os Trilogy Networx Locks avançados no software C • CURE 9000 para obter informações adicionais em tempo real para responder com precisão aos eventos e alarmes do sistema.
"Com menos da metade do custo de um hardware de acesso tradicional para porta, e aplicado em cerca de uma hora ao invés de necessitar do serviço de um serralheiro, a Networx Wireless PIN/Prox Access Locks são fáceis de instalar e gerenciar, e agora em tempo real, dentro do popular Software House C•CURE", disse vice-presidente sênior de Vendas e Marketing da Napco Security Technologies.
O Alarm Lock Networx, versão sem fio em rede da Trilogy, possui teclado digital e leitor inteligente incorporado, duração da bateria mais longa e baixa manutenção em campo. Com modelos de correspondência para todas as portas.
"A integração do Alarm Lock, como parte do Programa de Parceiros Conectados da Tyco, é um exemplo do nosso compromisso de aumentar o valor, flexibilidade e liberdade de escolha para nossos clientes, emparelhando com as tecnologias líderes do setor".


Fonte: http://www.guiadocftv.com.br/modules/news/article.php?storyid=59690


 
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Moxa lança firewall para segurança multiportas, ideal para aplicações em redes de monitoramento.

O EDR-810 é um roteador de segurança industrial multiportas com funções
Firewall/NAT/VPN e de switch layer 2. A solução é projetada para aplicações de
segurança Ethernet em redes de monitoramento ou controle remoto e
fornece um perímetro de segurança.
 
 
 
 
A série EDR-810 inclui os seguintes recursos de segurança cibernética:
Firewall / NAT: as políticas de firewall controlam o tráfego de rede entre diferentes zonas de confiança e a NAT (Network Address Translation) protege a LAN interna de atividades não autorizadas de hosts externos.
VPN: A Rede Virtual Privada (VPN) utiliza o servidor IPSEC (segurança IP) ou o modo cliente para criptografia e autenticação de todos os pacotes IP na camada de rede para garantir confidencialidade e autenticação do remetente.
A "Configuração Rápida de Roteamento WAN da EDR-810" fornece uma maneira fácil para os usuários configurarem as portas WAN e LAN para criar uma função de roteamento em 4 etapas. Além disso, o "Quick Automation Profile" do EDR-810 fornece aos engenheiros uma maneira simples de configurar a função de filtragem do firewall com protocolos de automação, incluindo EtherNet/IP, Modbus TCP, Ether CAT, FOUNDATION Fieldbus e PROFINET.
 
Características:
• Firewall/NAT/VPN/roteador/switch 8 + 2G all-in-one
• Constrói túnel de acesso remoto seguro com VPN
• Protege ativos críticos por firewall stateful inspection


FONTE: http://www.guiadocftv.com.br/modules/news/article.php?storyid=59650


 
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Unidade Prisional de Coari recebe câmeras de monitoramento, diz governo do AM.

A Unidade Prisional de Coari (UPC), a 363 KM de Manaus, recebeu a instalação
de oito câmeras de monitoramento. O anúncio foi feito pela Secretaria de
Estado de Administração Penitenciária (SEAP).
 
 
 



De acordo com o secretário de Estado de Administração Penitenciária, coronel da Polícia Militar, a direção da unidade participou de uma reunião, na segunda-feira (22), na Prefeitura de Coari, para tratar da segurança do município. Na ocasião, a situação da unidade prisional foi tema de pauta.
A implantação das câmeras foi a primeira medida desenvolvida a partir das deliberações entre a Prefeitura de Coari, representantes do Ministério Público do município, juízes do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) que atuam na comarca de Coari, membros da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Amazonas (OAB-AM) e SEAP.
A Secretaria de Obras de Coari realizou a aparelhagem dos equipamentos e irá instalar nos próximos dias telas e cercas no muro da unidade, para evitar fugas de detentos.
Outros projetos estão sendo estudados para internos do sistema prisional em Coari. A SEAP informou, ainda, irá implantar outras medidas na unidade, com o apoio de diversas esferas do Executivo e Judiciário do município.



Fonte: http://www.guiadocftv.com.br/modules/news/article.php?storyid=59648


 
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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Vicon melhora tecnologia starlight nas câmeras IP V940.

Com isso, os sistemas podem produzir vídeos coloridos em condições de
iluminação de até 0,002 lux.
 
 
 
 


A Vicon, fabricante de software, hardware e componentes para vídeo de vigilância e controle de acesso, apresenta as novas versões da sua popular série IP V940, que produzem vídeos coloridos em condições de iluminação quase inexistente. Isso porque as câmeras são fabricadas em formato dome e bullet com abertura de ultra-alta sensibilidade de até 0,002 lux (cor) e 0.0006 lux (B&W), permitindo capturar mais luz. As câmeras Starlight são capazes de fornecer imagens monocromáticas detalhadas, o que aumenta a qualidade da imagem em cenas com alto contraste entre áreas claras e escuras.
A tecnologia Starlight é recomendada para áreas onde a iluminação noturna é baixa, como estacionamentos públicos, áreas recreativas, playgrounds, bancos, restaurantes, discotecas. Para atender essa demanda, as câmeras têm recursos como codificação inteligente, compressão H.265, tecnologia de LED IR adaptável e oferecem certificações IP66, para serem a prova de chuva e poeira, e a anti-vandalismo IK10.
Tanto as câmeras, quanto os codificadores e as soluções de gravação de alta definição IP funcionam com o software de segurança Valerus VMS da Vicon e de outros provedores da indústria também. Todos os produtos são possui compatibilidade ONVIF (Open Network Vídeo Interface Forum), que permite aos produtos Vicon integração com sistemas de terceiros


Fonte: http://www.guiadocftv.com.br/modules/news/article.php?storyid=59640



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Saiba mais sobre o Smart Vision da SVA Tech.

A SVA Tech desenvolve um hardware e software (SmartVision) de visão
computacional, inteligência artificial e deep learning em seu sistema.
 
 
 
 
 
O Smart Vision analisa imagens ao vivo provenientes da câmeras de CFTV do cliente e identifica potenciais eventos de risco, permitindo que o usuário aja de forma preventiva frente a potenciais perdas e danos. Nascida em 2015, a empresa possui entre os fundadores empreendedores que lideraram operações com faturamento superior a R$ 50 milhões no segmento de segurança eletrônica.
A solução que a SVA Tech propõe, tem grandes diferenciais, inclusive de diminuição de custo, já que tem uma capacidade preventiva que permite antecipação à eventos de risco e consequente redução de perdas e danos, além da tomada de decisão automática e assertiva, baseada em parâmetros pré-definidos pelo usuário.
Dentro os algoritmos de detecção se destacam: detecção de pessoas, detecção de veículos, leitura de placas de veículos e projetos especiais como detecção de inconformidades em processos industriais.
Para o CEO da SVA Tech, a grande inovação da empresa se mostra principalmente pelo processo em tempo real, ou seja, os vídeos ao vivo das imagens são processadas no próprio equipamento. "Os produtos existentes no mercado demandam servidores robustos com ambiente de instalação controlado, o que onera os projetos. No caso da SVA Tech, o sistema de visão computacional está integrado ao equipamento de tamanho reduzido e pode ser instalado de forma simples até em ambientes abertos, como caixas externas e postes. Além disso, os algoritmos utilizados garantem melhor eficiência e assertividade das detecções".
Outro destaque é a capacidade da empresa de atuar não apenas na segurança eletrônica, como também na operação dos clientes – controle de fluxo, análises de comportamento, tempo de atendimento, leitura de placas, entre outros. Entre os exemplos de atuação, o CEO cita o monitoramento de uma Mina de minério, localizada em Barão de Cocais, cujo o sistema acompanha todo o entorno da mina com gestão de alarmes por vídeo toda vez que uma pessoa acessa o local ou cruza uma faixa virtual das oficinas, almoxarifado e áreas de entorno do complexo minerador.



Fonte: http://www.guiadocftv.com.br/modules/news/article.php?storyid=59638


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