quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

4 Dicas Para Não Ter o CFTV Hackeado

CFTV hackeado foi notícia que estremeceu uma das gigantes nacionais do segmento de segurança eletrônica. E o pior, essa não foi a primeira vez...
 
 


Com monitoramento a distância sendo quase que essencial em um projeto de CFTV, conectar o gerenciador de imagem a internet é obrigatório em sistemas analógicos ou IPs.
Mas calma, existem regras simples que podemos seguir para garantir que nosso sistema de CFTV fique o mais seguro possível. Vamos lá saber como não ter o sistema de CFTV Hackeado.

1º – Senha Padrão Nem Pensar

Parece óbvio sempre trocar senha e usuário padrão dos fabricantes, mas só isso não basta. A maioria de nós temos uma senha padrão para e-mail, cadastros em sites, contas em aplicativos e outros.
Quando é criado um cadastro em um site ou app com deficiências na segurança, a possibilidade que sua senha caia em mãos erradas é grande; Aliás existem grandes listas de usuários e senhas  que são compartilhadas entre hackers.
Listas estas que vem com seu IP de onde hackers conseguem muitas outras informações.  
Outra dica ainda falando de senhas é não usar dados pessoais como senha, como as senhas padrões os dados também podem ser roubados de algum site ou servidor não seguro.
Dados pessoais além de serem hackeados online também podem ser hackeados off line, nem todo hacker fica do outro lado do mundo na frente de um computador. Muitos hackers estão perto de você e podem conseguir seus dados pessoais simplesmente roubando seus documentos ou subornando alguém por estas informações

2º – Atualize sempre seus equipamentos para não ser hackeado

Hackers tem uma eficiência muito grande em descobrir vulnerabilidades em softwares. Mas as empresas que desenvolvem esses softwares são extremamente ágeis para fazer correções.
Tão logo é descoberta uma falha em um sistema já tem uma equipe de especialistas no árduo trabalho de corrigir o mais rápido possível. Porém nada adianta correções se você não atualizar sempre seu equipamento.
Se você não é um profissional de CFTV vale muito a pena consultar um especialista para fazer essa atualização periódica.

3º – Cuidado com acesso remoto

Como falamos no início a  popularidade de acesso remoto é muito grande e a segurança do seu CFTV está intimamente ligada a maneira que você faz este acesso.
Nunca faça um acesso remoto de um dispositivo de uso comum, não tem como garantir a segurança de um dispositivo usado por várias pessoas. Um software malicioso pode ser instalado facilmente em um dispositivo para te espionar e roubar suas senha.  
Sempre busque acessos remotos em seu computador, tablet ou celular de uso pessoal. Tenha um bom antivírus e mantenha-o atualizado  sempre.

4º – Escolha Marcas Confiáveis 

Sabe aquele DVR sem marca que custa a metade do preço de todos os outros, não informa fabricante e nem fornece contato para suporte? Ele poder ser a porta de entrada dos hackers.
Muitos dos gerenciadores de imagem chamados importados sequer possibilita a atualização do firmware
Marcas conhecidas no mercado tem muito a perder com equipamentos hackeados ou qualquer outro tipo de problema. Contam sempre com um bom suporte, atualizações e procuram corrigir problemas de seus clientes rapidamente.
 
 

 

Pais podem instalar câmera de segurança no quarto dos filhos?

É legal para os pais instalarem câmeras de segurança no quarto das crianças?
 
 
 
 
Hoje, muitas crianças (e até pais) estão questionando a legalidade de instalar uma câmera de segurança no quarto das crianças. As crianças, especificamente, estão questionando esse movimento, pois se sentem privadas de privacidade.

A instalação de câmeras de segurança no quarto das crianças é LEGAL se:

As crianças têm 18 anos ou menos. Crianças dessa idade são consideradas menores e dependentes. Portanto, leis de privacidade elaboradas não lhes são aplicáveis. Portanto, dá aos pais o direito de instalar as câmeras em qualquer cômodo que desejarem. Exceto para banheiros, vestiários, etc.
Monitores de bebê (babá eletrônicas) também podem ser instaladas e são consideradas legais. O objetivo disso é que os pais verifiquem se as crianças estão sendo cuidadas pela babá. No entanto, eles precisam obter o consentimento da babá primeiro. Além disso, existem leis estritas que regem a gravação de áudio. Observe que a gravação de áudio é proibida, exceto quando a pessoa envolvida concorda com ela.
Crianças menores de 4 anos devem ser monitoradas constantemente. Portanto, é legal que os pais instalem babás eletrônicas para acompanhar as atividades de seus filhos. Esses dispositivos podem ser instalados em seus quartos, na sala, cozinha, etc.
Existem razões legítimas. Portanto, é legal para os pais instalar câmeras de segurança em sua própria casa, incluindo o quarto das crianças e a cozinha. Isso se aplica a famílias com crianças com deficiência mental ou física ou com pessoas gravemente feridas. Nessa situação, é legal que os pais instalem câmeras de segurança em suas casas, especialmente no quarto da criança, para fins de monitoramento. Portanto, garantindo a segurança da criança.
Portanto, para a questão da legalidade da instalação de câmeras de segurança no quarto das crianças, a resposta é sim, é legal, desde que atenda às condições mencionadas acima.

A instalação de câmeras de segurança no quarto das crianças é ILEGAL se:
 
É ilegal que os pais instalem uma câmera escondida no quarto de um jovem adulto. Significado, crianças acima de 18 anos. Nessa idade, as crianças estão cobertas pelas elaboradas leis de privacidade. Portanto, a instalação desses dispositivos viola sua privacidade.
Pais tirando fotos de seus filhos se despindo usando câmeras escondidas. É definitivamente ilegal. Da mesma forma, proprietários, colegas de quarto e vizinhos NÃO PODEM instalar câmeras de segurança em locais onde uma pessoa tenha motivos de privacidade.
Uma câmera é colocada no banheiro, vestiário, etc. pelos pais ou responsável para espionar uma criança. É uma invasão de privacidade. Este ato pode ser considerado um crime processável e punível.


Fonte: https://aprendacftv.com/pais-instalar-camera-de-seguranca-no-quarto/
 

Metrô de SP terá câmeras de reconhecimento facial para vigilância

A Companhia do Metropolitano de São Paulo esta com novo projeto para implantar um novo sistema de monitoração eletrônica por imagem para as linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha, que operam na cidade de São Paulo.
 
 


Segundo o próprio Metrô, no Twitter, o sistema de monitoração eletrônica por câmeras a ser contratado "inclui reconhecimento facial, identificação e rastreamento de objetos e detecção de invasão de áreas". O sistema reconhecimento facial, afirma o Metrô, tem como objetivo a melhoria e ampliação da segurança operacional do sistema com o aumento do parque de câmeras. "O projeto inclui funções de inteligência, como reconhecimento facial, identificação e rastreamento de objetos e detecção de invasão de áreas. Além disso, será implantado um novo sistema com autonomia para 30 dias de armazenamento de imagens. Atualmente, o monitoramento eletrônico do Metrô SP é feito por câmeras analógicas e outras digitais, nem todas integradas aos centros de controle operacional e de segurança", diz. Vale relembrar que o sistema privado de metrô, Via Quatro, que gere a linha amarela, já testou um esquema com portas interativas e reconhecimento facial para vender propagandas aos usuários. No caso da licitação atual, o Metrô de SP confirma que vai armazenar as imagens de passageiros por até 30 dias. Contudo, em 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados deixa claro como essas informações, que são sensíveis, devem ser tratadas. Sobre isso, o Metrô ainda não fez comentários.


FONTE: https://www.guiadocftv.com.br/2019/07/metro-de-sp-tera-cameras-de-reconhecimento-facial-para-vigilancia/
 

Mulher é detida no Rio por erro em câmera de reconhecimento facial

Não é a primeira vez que a tecnologia falha no Rio de Janeiro. Tendência, porém, é de que mais estados brasileiros invistam em sistemas similares.
 
 
 

As câmeras de segurança com reconhecimento facial em Copacabana, no Rio de Janeiro, identificaram incorretamente uma mulher como uma foragida da Justiça. O sistema, que usa inteligência artificial, alertou o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) e indicou que uma criminosa, condenada por espancar um homem até a morte, tinha sido localizada em Copacabana nesta terça-feira (09/07). Entretanto, ela era inocente, e apenas mais uma moradora do bairro. Em cinco minutos, uma viatura da Polícia Militar do Rio de Janeiro cercou a 'procurada' na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Levada para a 12ª DP, ela foi liberada mais de uma hora depois. A polícia procurava, condenada em julho deste ano a sete anos de prisão por homicídio e ocultação de cadáver. Ela e a companheira foram acusadas de assassinar, em junho de 2015. De acordo com o porta-voz da PM, coronel, as câmeras trabalham com uma estatística de reconhecimento e, por isso, ocorreu o erro. Ainda segundo o coronel, os policiais militares tentam checar a identificação da pessoa abordada no local. Porém, em casos de dúvida ou de homônimos, elas são levadas para a delegacia. "Assim que o sistema aponta 70% de possibilidade da pessoa ser a procurada, uma viatura é direcionada ao local. A abordagem é feita com respeito aos Direitos Humanos e com cautela do agente", garantiu. Um erro recorrente O sistema de reconhecimento facial começou a ser instalado durante o Carnaval deste ano e, de acordo com o jornal O Dia, passou de nove câmeras para um total de 25 unidades desde a semana passada. A delegada, titular da 12ª DP, afirma que não é a primeira vez que um erro semelhante acontece: no Carnaval, a tecnologia também falhou. A reportagem d'O Dia afirma que as pessoas podem ser indenizadas por serem conduzidas para a delegacia por engano e que há possibilidade dos policiais responderem por abuso. O advogado criminalista, entrevistado pelo jornal, explica esse direito do cidadão: "Qualquer pessoa honesta sofrerá constrangimentos e danos psicológicos ao ser detida pela polícia, confundida com uma meliante. Cabe ação de indenização por danos morais", disse. Especialistas alertam para os potenciais riscos do emprego da tecnologia de reconhecimento facial. Pesquisadores já apontaram que algumas etnias têm mais chances de caírem em falsos positivos, especialmente mulheres negras. A tendência, porém, é que casos como esse se amplifiquem, já que a tecnologia está começando a ser adotada de forma maciça no Brasil. De acordo com o Gizmodo, o metrô de São Paulo abriu uma licitação para a instalação de um circuito de segurança com reconhecimento facial. Sistemas similares também estão sendo testados em Campinas e Salvador.


FONTE: https://www.guiadocftv.com.br/2019/07/mulher-e-detida-no-rio-por-erro-em-camera-de-reconhecimento-facial/
 

Inteligência artificial

Saiba por que as tecnologias de reconhecimento facial são tão contestadas
 
 
 
 
Polícias e forças de segurança em todo o mundo estão testando sistemas automatizados de reconhecimento facial como uma forma de identificar criminosos, foragidos e terroristas. Mas quão acurada é essa tecnologia e com que facilidade ela pode ser usada, ao lado da inteligência artificial – responsável por seu acionamento – como um meio de oprimir cidadãos? Imagine a seguinte situação: um suspeito de terrorismo parte para uma missão suicida no centro densamente povoado de uma cidade. Se ele disparar uma bomba, centenas de pessoas podem morrer ou ficar gravemente feridas. Câmeras de segurança que fazem a varredura dos rostos na multidão identificam o homem e comparam seus traços com fotos de um banco de dados de terroristas conhecidos ou "pessoas de interesse" para os serviços de segurança. O sistema dispara um alarme e forças antiterroristas de rápida ação são enviadas ao local, onde matam o suspeito antes que ele possa acionar os explosivos. Centenas de vidas são poupadas. A tecnologia salva o dia. Mas e se a tecnologia de reconhecimento facial estivesse errada? E se não fosse um terrorista, mas apenas alguém azarado o bastante para parecer com um? Um inocente teria sido sumariamente eliminado porque confiou-se demais em um sistema falível. E se essa pessoa inocente fosse você? Este é apenas um dos dilemas éticos colocados por essa tecnologia e pela inteligência artificial que a sustenta. Treinar máquinas para "ver" – reconhecer e diferenciar objetos e faces – é notoriamente difícil. A visão computacional, como ela é chamada, estava tendo dificuldades até pouco tempo atrás para diferenciar um bolinho de um chihuahua – um teste decisivo para essa ferramenta. Limitações técnicas e bases de dados enviesadas, cientista da computação e co-líder técnico da Equipe de Inteligência Artificial Ética do Google, afirma que o reconhecimento facial tem mais dificuldade de diferenciar homens e mulheres quanto mais escuro for o tom de pele. É muito mais provável que uma mulher de pele escura seja confundida com um homem do que outra de pele mais clara. Mas há problemas também na escolha das informações usadas para treinar esses algoritmos. "Os conjuntos de dados originais são em sua maioria brancos e masculinos, muito enviesados contra os tipos de pele mais escuros – há enormes taxas de erro por tom de pele e gênero." Segundo ela, "cerca de 130 milhões de adultos dos EUA já estão em bancos de dados de reconhecimento de rostos". O país tem 327 milhões de habitantes. Em razão desses problemas, a cidade californiana de São Francisco baniu recentemente o uso da tecnologia por agências de transporte e forças policiais. A medida sinaliza uma admissão de imperfeições e ameaças às liberdades civis. Mas outras cidades americanas e países ao redor do mundo estão cada vez mais testando a ferramenta. Um exemplo são as forças policiais em South Wales, Londres. Manchester e Leicester também têm testado a tecnologia sob críticas de organizações de liberdades civis, como Liberty e Big Brother Watch, ambas preocupadas com o número de falsos positivos gerados pelos sistemas. Ou seja, pessoas inocentes são erroneamente identificadas como possíveis criminosos. "Um viés tendencioso é algo que deveria preocupar a todos nós", disse Gebru. "O policiamento de previsão é um cenário de apostas altas." Reforço de preconceito racial Como os negros representam 13% da população americana, mas 37,5% da massa carcerária do país, algoritmos mal escritos alimentados por dados enviesados podem prever que negros são mais propensos a cometer crimes. Não é preciso ser um gênio para descobrir que implicações isso pode ter para o policiamento e as políticas sociais. Nesta semana, acadêmicos da Universidade de Essex, na Inglaterra, concluíram que cruzamentos de dados usados em experimentos da polícia metropolitana de Londres estavam errados em 80% das vezes, podendo levar a sérios desvios da Justiça e a violações dos direitos dos cidadãos à privacidade. Um britânico, começou uma batalha legal contra o uso do reconhecimento facial pela Polícia de South Wales depois que sua foto foi tirada enquanto ele fazia compras, e a comissária de informação do Reino Unido, expressou preocupação com a falta de estrutura jurídica para a utilização de tal recurso. Mas tais preocupações não impediram a Amazon de vender sua ferramenta Rekognition FR para forças policiais nos EUA, apesar da revolta – infrutíera – de parte dos acionistas. A Amazon diz que não tem responsabilidade sobre como os clientes usam o instrumento. Mas basta comparar essa atitude com a da Salesforce, uma empresa de tecnologia que desenvolveu sua própria ferramenta de reconhecimento chamada Einstein Vision, para perceber que é necessário um envolvimento maior das empresas. "A tecnologia de reconhecimento facial pode ser adotada em uma prisão para rastrear prisioneiros ou evitar a violência entre gangues", disse gerente de prática ética de Inteligência Artificial da Salesforce, à BBC. "Mas quando a polícia quis usá-la ao prender pessoas, consideramos isso inadequado." "Precisamos nos perguntar se devemos usar a Inteligência Artificial em alguns cenários." Ainda mais porque o reconhecimento facial também está sendo usado pelos militares, com os fornecedores da tecnologia alegando que seus softwares podem não apenas identificar inimigos em potencial, como também discernir comportamentos suspeitos. Yves Daccord, diretor-geral do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, está preocupado com esses fatos. "A guerra é de alta tecnologia nos dias de hoje – temos drones autônomos, armas autônomas, tomando decisões entre combatentes e não combatentes. Suas decisões estarão corretas? Eles poderiam ter um impacto de destruição em massa", alerta. De todo modo, parece haver um crescente consenso global de que a tecnologia de reconhecimento está longe de ser perfeita e precisa ser regulada. "Não é uma boa ideia deixar a Inteligência Artificial nas mãos do setor privado, porque ela pode ter uma grande influência", conclui o Chaesub Lee, diretor do escritório de padronização de telecomunicações da União Internacional de Telecomunicações. "O uso de dados de boa qualidade é essencial, mas quem garante que esses são bons dados? Quem garante que os algoritmos não são tendenciosos? Precisamos de uma abordagem multidisciplinar das várias partes interessadas." Até lá, o reconhecimento facial permanece sob suspeita.

Fonte: https://www.guiadocftv.com.br/2019/07/inteligencia-artificial-por-que-as-tecnologias-de-reconhecimento-facial-sao-tao-contestadas/

quarta-feira, 7 de março de 2018

Tecvoz lança câmera IP Wi-Fi com tecnologia Plug and Play; assista ao vídeo.

A Tecvoz anuncia o lançamento de novo modelo de câmera IP Wi-Fi.
 
 

O modelo TZO-CI101 conta com áudio bidirecional, tecnologia Plug and Play (do inglês "ligar e usar"), que permite que o smartphone reconheça e configure o dispositivo automaticamente, eliminando a necessidade da instalação manual.
O modelo já vem preparado para a plataforma Tecvoz Nuvem, em que as imagens são armazenadas na nuvem, garantindo a segurança das capturas e a possibilidade de transmissão em tempo real com qualidade HD.
Confira o vídeo de gerente de Negócios da Tecvoz, explicando mais sobre a TZO-CI101.



Fonte: http://www.guiadocftv.com.br/modules/news/article.php?storyid=59695


 
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Tel.:  (11) 2619- 4755
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Alarm Lock anuncia integração da tecnologia de bloqueio sem fio com a Software House.

O Alarm Lock Systems, uma divisão da Napco Security Technologies, anuncia a integração
de suas soluções de bloqueio de acesso eletrônico sem fio.
 
 

Trilogy Networx e ArchiTech com a popular plataforma de gerenciamento de eventos e segurança Software House C • CURE 9000, da Tyco Security Products. Com esta integração, os clientes podem monitorar e controlar os Trilogy Networx Locks avançados no software C • CURE 9000 para obter informações adicionais em tempo real para responder com precisão aos eventos e alarmes do sistema.
"Com menos da metade do custo de um hardware de acesso tradicional para porta, e aplicado em cerca de uma hora ao invés de necessitar do serviço de um serralheiro, a Networx Wireless PIN/Prox Access Locks são fáceis de instalar e gerenciar, e agora em tempo real, dentro do popular Software House C•CURE", disse vice-presidente sênior de Vendas e Marketing da Napco Security Technologies.
O Alarm Lock Networx, versão sem fio em rede da Trilogy, possui teclado digital e leitor inteligente incorporado, duração da bateria mais longa e baixa manutenção em campo. Com modelos de correspondência para todas as portas.
"A integração do Alarm Lock, como parte do Programa de Parceiros Conectados da Tyco, é um exemplo do nosso compromisso de aumentar o valor, flexibilidade e liberdade de escolha para nossos clientes, emparelhando com as tecnologias líderes do setor".


Fonte: http://www.guiadocftv.com.br/modules/news/article.php?storyid=59690


 
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