quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

NVR Gerp IP: modelos com até 64 canais e acesso remoto.

A Gerp IP – marca própria do Grupo Policom para sistema de monitoramento em alta definição (CFTV IP) – lançou três modelos de NVR, com 8, 16 e 64 canais e capacidade de armazenamento de 6 TB, 12 TB e 48 TB.
 
 



Projetados com o objetivo de reduzir o tempo de instalação e os custos dos usuários de sistema de vigilância, os NVRs Gerp IP contam com sistema "plug & play" e têm design de última geração.
 Os modelos de 8 portas e 16 portas rodam em sistema operacional Linux, suportam câmeras ONVIF e podem ser usados com câmeras de até 4MP.
 Já o NVR Gerp IP para até 64 canais pode ser utilizado com câmeras ONVIF de outros fabricantes, assim como câmeras de até 8 MP; possui dois canais HDMI, um Full HD e outro 4K, uma saída VGA e uma analógica. Além disso, suporta vídeos em formato H.265 e para P2P, UPnP, NTP, DHCP, PPPoE.
 Segunda geração dessa marca própria do Grupo Policom, todos os produtos estão disponíveis para pronta-entrega em todo o território nacional, com garantia de dois anos e assistência técnica no Brasil, como informa gerente de Marketing do Grupo Policom, e, em média, estão até 50% mais baratos do que os da primeira geração.
 As soluções Gerp IP são voltadas a sistemas de CFTV IP para monitoramento de ambientes internos e externos e desenvolvida para ser uma solução eficiente e ao mesmo tempo com custo competitivo.



Fonte: http://www.guiadocftv.com.br/modules/news/article.php?storyid=59269
 
 
 
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Bosch anuncia novos painéis de controle das séries G e B.

Solução permite integrar sistemas de intrusão, vídeo vigilância, controle de acesso e incêndio.
 
 
 


A Bosch está apresentando novos painéis de controle das séries G e B. Ambas soluções oferecem um sistema único para integrar diferentes sistemas de segurança física, incluindo controle de intrusão e acesso, sistemas de incêndio e video vigilância, podendo ser comandados a partir de dispositivos móveis. As novidades também são altamente flexíveis em termos de capacidade de integração e personalização com as plataformas disponíveis no mercado.
São quatro novos painéis, dois G Series (B9512G e B8512G) e dois B Series (B6512 e B5512), complementando a ampla linha de módulos de expansão e comunicação e teclados, de modelos básicos alfanuméricos aos de tela sensível ao toque.
Quatro idiomas são oferecidos: inglês, espanhol, francês e português. Os clientes podem selecionar dois idiomas por sistema e escolher qual deles quer exibir por teclado e usuário. As mensagens de texto e alertas de e-mail também podem ser mostrados no idioma selecionado pelo usuário para simplificar a operação.
Com conectividade ethernet embutida, com suporte ao protocolo IPv6, o sistema envia alarmes para uma estação de monitoramento, eliminando a necessidade de uma linha de telefone e reduzindo custos de instalação. Com isso, os operadores também poderão realizar atualizações remotas do firmware do dispositivo, diminuindo os custos de manutenção. A Bosch também oferece placas de expansão para permitir que o painel suporte outras tecnologias de comunicação, como linhas de telefone e celular.
Os painéis G Series oferecem até 599 zonas de intrusão para grandes aplicações, enquanto os B Series podem alcançar até 96 zonas para estabelecimentos de pequeno e médio porte. Ambos modelos suportam até 32 portas para controle de acesso e podem integrar câmeras IP da Bosch facilmente, aproveitando o máximo dos analíticos embarcados nestes dispositivos.
Além disso, os sistemas de Bosch são certificados pela UL para aplicações de alarme de incêndio comercial (G Series) e residencial (B Series). Por fim, os sistemas ainda permitem disparar mensagens em alto-falantes em zonas específicas quando algum evento de intrusão é detectado.
O aplicativo gratuito Remote Security Control para dispositivos iOS e Android permite armar e desarmar um ou mais sistemas e áreas assim como permite o controle de saídas e portas. Os usuários também podem ver vídeo ao vivo das câmeras IP Bosch integradas aos painéis diretamente do app.



Fonte:  http://www.guiadocftv.com.br/modules/news/article.php?storyid=59287



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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Câmeras ajudam polícia a identificar roubo de carros.

Recuperação de veículos roubados aumentou com a tecnologia. Policiais conseguem identificar atitudes suspeitas e prender criminosos.
 
 


Em um dos casos, a forma como o carro era conduzido pela cidade chamou a atenção dos agentes que trabalham na Central de Monitoramento das Câmeras de Vitória. A Guarda Municipal foi chamada e o carro recuperado.
Já em outra situação, o carro roubado estava sendo usado para praticar crimes. Com o alcance da câmera deu para identificar a placa. Os suspeitos chegaram a sair do local, mas a polícia chegou a tempo de realizar as prisões.
160 câmeras estão espalhadas pelos principais acessos. Dentro da Central de Monitoramento, os agentes acompanham o trânsito 24 horas por dia.
Se percebem alguma movimentação suspeita, eles chamam a polícia e a guarda que trabalha na rua. Quem estiver mais perto, faz a abordagem.
Os agentes têm acesso a consulta da situação dos veículos, o que ajuda a agilizar o trabalho. "Em tempo real chegam as ocorrências, a partir desse momento a gente faz as buscas. Traça um perímetro na região e intensifica as buscas", disse o gerente do videomonitoramento.
O trabalho de monitoramento feito nas cidades da Grande Vitória ajudou a aumentar o número de carros recuperados no estado. Foi o que mostrou um levantamento da delegacia de furtos e roubos. Em novembro, de cada 10 carros roubados, sete foram recuperados.
No mesmo mês, há quatro anos, quando a Polícia Civil começou a unir os dados de todo o estado, foram quatro carros achados de cada 10 roubados. O maior índice desde 2012 foi em junho de 2016, de 86%, ou seja de cada 10 carros roubados,8 foram encontrados.
"O bom índice de veículos roubados ou furtados se deve a diversos fatores. Um deles é a cooperação entre os órgãos de segurança pública e a própria sociedade organizada", disse o delegado.


Fonte: http://www.guiadocftv.com.br/modules/news/article.php?storyid=59284



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Daer implanta cercamento eletrônico nas rodovias do Litoral Norte.

O início da temporada de verão traz um aumento significativo no fluxo de veículos em direção ao litoral gaúcho. Como consequência, cresce também a circulação de automóveis em situação irregular.
 
 



São dispositivos fixos discretos, dotados da tecnologia LAP/OCR – com reconhecimento ótico de caracteres -, que permitem a leitura automática das placas através de fotos dos veículos. Eles são utilizados, sobretudo, para monitoramento das rodovias, atuando também como redutores de velocidade, uma vez que não é possível distingui-los visualmente dos pardais. Os equipamentos fazem o registro de cada veículo que passa pelo ponto monitorado, independente da velocidade empregada pelo condutor. O sistema abrangerá cinco rodovias estaduais: ERS-030 (Osório-Tramandaí), ERS-407 (BR-101 em Morro Alto-Capão da Canoa), ERS-486 (Rota do Sol), ERS-040 (Viamão-Balneário Pinhal/Cidreira) e ERS-389 (Estrada do Mar).
A finalidade é fazer um "cercamento eletrônico" nas principais rodovias de acesso ao Litoral Norte do estado, possibilitando o monitoramento dos veículos que circulam nesses trechos. "Há, desta forma, um ganho em segurança devido à possibilidade de interceptar veículos em situação irregular, com suspeita de roubo, cassados, dentre outros casos potencialmente nocivos à rodovia e à região", explica o secretário dos Transportes.
Ao comparar as placas coletadas com os bancos de dados do Detran/RS (Departamento Estadual de Trânsito) e do próprio Daer, será possível identificar os veículos com restrições administrativas (licenciamento, seguro, autorização especial de trânsito, entre outros) ou judiciais (furtado, roubado, suspeita de sequestro, por exemplo). Nesses casos, será gerado de forma instantânea um alerta para o CRBM (Comando Rodoviário da Brigada Militar), indicando que o veículo irregular/suspeito está em circulação e, assim, possibilitando uma pronta abordagem.
Além de serem considerados rotas importantes para quem se desloca ao Litoral Norte, os locais de instalação foram determinados por sua acessibilidade pelos grupamentos rodoviários da Brigada Militar, permitindo uma ágil mobilização dos policiais quando necessário.


Fonte: http://www.guiadocftv.com.br/modules/news/article.php?storyid=59279



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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Os efeitos da vigilância onipresente.

Cada vez mais câmeras de vigilância monitoram nosso cotidiano, em espaços públicos ou presas ao corpo de policiais. E isso não é algo ruim - ao menos até agora, opina a jornalista. Há anos sou monitorada. Assim como todos nós.
 
 
 


O governo dos EUA tem dezenas de versões de minhas impressões digitais e fotos de perfil armazenadas. Em cidades como Londres e Berlim foram produzidas horas de gravações sobre mim - sobre como eu pego um avião ou entro no metrô, sobre eu indo ao trabalho no distrito governamental ou sobre visitas a museus.
Isso não me preocupa. Até penso: quanto mais imagens de mim, melhor. Pois, contanto que eu não cometa nenhum delito, as gravações desaparecem num imenso fluxo de dados de segurança.
Somente em Berlim, quase 15 mil câmeras de vigilância monitoram o transporte público e edifícios públicos. Esses dados foram divulgados pela administração interna no começo do ano, em resposta a um questionamento parlamentar do Partido Pirata. A vigilância por câmeras é onipresente na maioria dos países do mundo. E a tendência é crescente também na Alemanha.
Sistemas de vigilância por câmeras de vídeo são chamadas de CCTV em inglês - Closed Circuit Television, ou seja, circuito fechado televisivo. Suas imagens não são simplesmente transmitidas indiscriminadamente por todos os lugares, mas apenas a um número limitado de receptores.
A elucidação de muitos crimes só é possível graças ao CCTV, como no caso do agressor na estação de metrô em Berlim. Há cerca de dez dias, foram divulgadas as imagens: uma mulher desce as escadas em direção à plataforma de embarque, quando, de repente, um homem lhe dá um pontapé por trás. Ela cai e se estatela degraus abaixo. O homem simplesmente segue andando.
O incidente ocorreu em 27 de outubro, mas somente semanas depois, quando as imagens foram publicadas - não pelos investigadores, mas provavelmente por um funcionário da empresa de transporte - registrou-se um avanço nas investigações. Na internet, o vídeo foi compartilhado e alcançou milhões de pessoas. O suposto agressor foi apanhado.
As imagens de câmeras de vigilância de transporte público também resultaram na investigação criminal bem sucedida contra um refugiado, suspeito de ter estuprado e matado uma estudante de medicina, de 19 anos, em Freiburg. Uma policial reconheceu o suspeito devido ao seu penteado extravagante.
Tais histórias de sucesso são a melhor publicidade para os fabricantes de equipamentos de monitoramento. E quanto mais tensa a situação da segurança, menos os cidadãos se preocupam com a privacidade e a interferência em seus direitos individuais. Mas a velha questão permanece: de quanto de nossa liberdade estamos dispostos a abrir mão em prol da segurança?
Atualmente a companhia ferroviária está testando câmeras corporais para suas forças de segurança. Com os pequenos equipamentos, que estão presos como uma corrente em volta do pescoço, espera-se dissuadir potenciais criminosos ou conseguir identificá-los após o ato. Não é uma má ideia, mas, idealmente, as chamadas bodycams devem não apenas identificar suspeitos, mas também operar vice-versa, ou seja, manter o comportamento adequado das forças de segurança.
Essa era, ao menos, a ideia de ativistas negros nos Estados Unidos. Depois da morte de pessoa por um policial, em Ferguson, os relatos sobre o que realmente tinha ocorrido no local eram bastante discrepantes. O policial declarou que essa pessoa o tinha atacado, e então atirou. Transeuntes, porém, disseram tinha levantado ambos os braços para sinalizar que ele não representava nenhum perigo - mas mesmo assim o policial disparou. Não há imagens em vídeo do incidente.
Mas há de outros casos: nos meses seguintes, surgiram inúmeros vídeos (alguns amadores, outros de câmeras de vigilância) nos quais policiais agiam, aparentemente, de forma aleatória contra suspeitos. A violência policial, especialmente contra negros, tornou-se uma questão política nos EUA também porque agora havia evidências sólidas.
Câmeras corporais oferecem, portanto, uma solução para documentar exatamente o que ocorre entre a polícia e os cidadãos controlados. Em muitos distritos americanos, essas câmeras são de uso obrigatório para policiais, mas também muitos cidadãos negros usam-nas para poder provar eventuais injustiças. Reconhecidamente, é mais uma forma de tapar o sol com a peneira do que uma solução fundamental - mas ao menos agora não há mais apenas um lado da história nos incidentes.
A vigilância eletrônica, portanto, traz uma série de vantagens. O decorrer e o tipo de atos criminosos podem ser identificados. Os suspeitos podem ser capturados de forma mais eficaz com a ajuda da população. Futuros criminosos provavelmente serão dissuadidos. Erros na própria polícia podem não apenas ser descobertos mais rapidamente, mas também documentados e divulgados.
Há anos, sou monitorada e isso nunca me incomodou muito. No entanto, mesmo após as experiências de 2016, fica um gosto amargo: e se essas imagens caírem nas mãos erradas? E se hackers russos invadirem o CCTV? E se, de repente, cada passo que dou é rastreável? Também no caso das câmeras de segurança serve aquilo que se aplica a qualquer tecnologia: ela é boa somente até o tiro sair pela culatra, ou seja, prejudicar quem a usa.


Fonte: http://www.guiadocftv.com.br/modules/news/article.php?storyid=59277


 
 
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TCP amplia sistema de segurança.

A TCP – empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, concluiu a ampliação do seu sistema segurança interna e externa do Terminal com a aquisição de novas câmeras de segurança de última geração, que irão monitorar em tempo real.
 
 



Com as novas câmeras, o terminal amplia o monitoramento em tempo real de todos os fluxos da sua operação. "O Terminal de Contêineres de Paranaguá já conta com um sistema de segurança eficaz. Com a instalação das novas câmeras, o objetivo é ampliar os dispositivos e garantir aos nossos clientes ainda mais segurança das cargas armazenadas em Paranaguá", explica diretor superintendente comercial do terminal.
O sistema de monitoramento segue os padrões exigidos pelo ISPS Code e pela Receita Federal, disponibilizando online imagens de toda a movimentação ocorrida entre os blocos de contêineres durante 24 horas. "As câmeras cobrem todos as ruas entre os blocos, possibilitando o monitoramento em tempo real do que acontece dentro do Terminal. Além disso, as imagens obtidas pelas câmeras são armazenadas e podem ser resgatadas posteriormente, se necessário", enfatiza o diretor.
O acompanhamento das imagens é realizado, simultaneamente, pela equipe CCOS – Centro de Controle de Operações e Segurança da TCP e por auditores fiscais da Alfândega da Receita Federal em Paranaguá. Além do monitoramento pelos sistemas CFTV, a TCP conta ainda com o controle de acesso de pessoas por biometria, ronda ostensiva 24 horas e vistorias aleatórias em caminhões, o que torna um dos Terminais alfandegados mais seguros do país.



Fonte: http://www.guiadocftv.com.br/modules/news/article.php?storyid=59276



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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Nobreaks garantem mais eficiência aos sistemas de segurança CFTV.

A NHS possui diversos produtos com excelente aplicação e custo benefício, capazes de gerar autonomias de até 12 horas na ausência de rede elétrica sem a necessidade de baterias externas.
 
 



A necessidade da utilização de nobreaks em sistemas de segurança se torna cada vez mais importante para empresas e residências, dados os altos índices (ou aumento) de furto, roubos e danos ao patrimônio.
Além do simples objetivo da precaução que alguns equipamentos oferecem, como o sistema de monitoramento de imagens CFTV (Circuito Fechado de Televisão), também existem modernos recursos que possibilitam maior confiabilidade ao usuário em gravações e identificações de pessoas por monitoramento de imagem.
A NHS desenvolve nobreaks capazes de alimentar estes sistemas, garantindo perfeito funcionamento mesmo quando ocorrerem interrupções no fornecimento de energia, garantindo maior segurança para as áreas monitoradas.
São equipamentos com potências que variam de 600VA a 3300VA, capazes de proporcionar autonomias entre 15 minutos até 12 horas ininterruptas (conforme composição dos sistemas de monitoramento mais usuais).
Nas linhas Senoidal e Interactive da NHS encontram-se disponíveis nobreaks de pequeno a médio portes, dispostos entre as famílias Mini, Compact Plus, PDV, Premium e Laser. São produtos bivolt automático de entrada com saída configurável 120V ou 220V, através de Jumper interno. Também sinalizam (através do LED amarelo aceso direto) quando é necessário realizar a troca da bateria. Os mesmos produtos também podem ser usados com grupos geradores. As garantias são de 2 anos para os equipamentos e 1 ano para as baterias.
MERCADO
O aumento da violência, principalmente nos grandes centros urbanos, faz com que o segmento de segurança eletrônica não sofra os efeitos da crise econômica.
De acordo com pesquisa divulgada pelo SIESE-SP (Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Estado de São Paulo), a expectativa do setor é fechar 2016, somente naquele Estado, com um crescimento no faturamento de 12% a 16% em relação a 2015. A demanda de produtos neste segmento também é expressiva na NHS. As vendas de nobreaks para Segurança e Monitoramento Eletrônico encontram-se na média de 400 peças/mês.
"Atrelamos essa demanda a uma carência maior do usuário em se sentir mais seguro em sua casa/trabalho, ou garantir a segurança de seu patrimônio", explica coordenadora de Marketing da NHS.

Fonte:  http://www.guiadocftv.com.br/modules/news/article.php?storyid=59267



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